terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A maior flor do mundo chama-se "Flor-Cadáver" e é também a mais malcheirosa "flor" do mundo

jarro-titãflor-cadáver ou titan arum, em inglês, (Amorphophallus titanum) é a maior e mais malcheirosa "flor" do mundo. Trata-se de fato, não de uma flor, mas de umainflorescência apelidada de espádice. Quando desabrocha, ela chega a atingir três metros de altura e pode pesar até 75 quilogramas.

Ela exala um forte odor que atrai insetos carniceiros (principalmente besouros), por isso a fama de maior planta carnívora do mundo.

Começa sua vida como um pequeno tubérculo, então solta uma única coluna afilada que cresce furiosamente, até 16,6 centímetros por dia.

Essa planta tuberosa, cultivada em diversos jardins botânicos, permanece endêmica somente às florestas tropicais do oeste de Sumatra, uma ilha da Indonésia, no Oceano Índico, onde é conhecida como "flor cadáver". Este nome pode derivar do cheiro nauseador que exala.

Quem a descobriu foi o botânico italiano Odoardo Beccari, em 1878.

Seu nome científico Amorphophallus titanum significa, literalmente: Falo gigante sem forma.

Pode viver até 40 anos, mas só floresce duas ou três vezes.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Há um comprimido que o pode ajudar a viver até aos 120 anos

Parece mentira, mas, aparentemente, a ciência está a consegui dar-nos mais anos de vida. Um grupo de cientistas russos da Moscow State University está a desenvolver uma fórmula que, segundo os mesmos, atrasa o processo de envelhecimento, lê-se no Daily Mail.
O comprimido, que está a ser testado em ratazanas, ratos, peixes e cães, permite viver pelo menos até aos 120 anos, descrevem os cientistas.
A equipa de investigação está a usar “um novo tipo de antioxidantes” que irá ter impacto nas mitocôndrias, parte das células importantes para a respiração celular e para a produção de energia. Estes componentes celulares estão também relacionados com o envelhecimento.
“As mitocôndiras são as culpadas pelo surgimento de ataques cardíacos e estão ligadas à doença de Alzheimer e de Parkinson”, explica o médico, Maxim Skulachev, membro da equipa de investigação.
Segundo o mesmo, é “tecnicamente possível” desenvolver um comprimido anti-idade.
Para ler a notícia original clique aqui.

Fonte: Sol.pt

sexta-feira, 21 de novembro de 2014