quarta-feira, 30 de Julho de 2014

Bateria de Lumia 930 carregada com maçãs e batatas

São várias as propostas amigas do ambiente que de vez em quando surgem como alternativa para carregar baterias de diferentes gadgets. A sugestão mais recente parte da Microsoft para o Lumia 930 e envolve maças e batatas.


A gigante da informática "encomendou" ao artista multimédia Caleb Charland um projeto que servisse para promover o recém-lançado Lumia 930, que será vendido com um carregador sem fios.

Caleb Charland criou então um mural de metal com 800 batatas e maçãs dispostas em fila, utilizadas para gerar corrente elétrica numa média de 20mA e 6 volts, o suficiente para carregar a bateria do smartphone. 

Esta não foi a primeira vez que os Lumia são associados a fontes de energia alternativas, mais amigas do ambiente. Em setembro de 2013 cientistas da Universidade de Southampton conseguiram carregar a bateria de um Lumia 925 com a energia de um relâmpago, há uns dias atrás na Universidade de Londres foi possível gerar 5 volts a partir do som - ruídos de fundo, nomeadamente música. 

Recorde-se que o Lumia 930 já está à venda no mercado português. O smartphone topo de gama tem um preço de 599,90 euros e tem entre os seus principais argumentos uma câmara de 20 megapíxeis e um ecrã ClearBlack. 



Fonte: Tek.Sapo.pt

segunda-feira, 28 de Julho de 2014

Estátua descoberta por nazistas é feita de meteorito

Uma estátua antiga descoberta por uma expedição nazista na década de 1930 foi originalmente esculpida em um meteorito extremamente valioso.
Pesquisadores dizem que o objeto de mil anos, que tem uma suástica na barriga, é feito de uma forma rara de ferro com alto teor de níquel.

A descoberta apareceu na publicação científica Journal Meteoritics and Planetary Science.Eles acreditam que o material seja uma parte do meteorito Chinga, que caiu na Terra há cerca de 15 mil anos.
A estátua, de 24 centímetros de altura e 10 quilos, é chamada de Homem de Ferro.

Origem desconhecida

A história desse objeto de valor inestimável se parece mais com a de um filme de Indiana Jones do que com uma pesquisa científica.
A estátua foi descoberta no Tibete em 1938 pelo cientista alemão Erns Schafer. Sua expedição teve apoios dos nazistas, em particular de Heinrich Himmler, o chefe da SS. Himmler, dizem, acreditava que a raça ariana havia se originado no Tibete e gostava de recuperar objetos da área.
Levada para a Alemanha, a estátua se tornou parte de uma coleção privada e ficou fora de vista até 2007. Um novo dono, então, procurou saber cientificamente as origens da aquisição e, para isso, procurou Elmar Buchner, da Universidade de Stuttgart.
"Eu tinha certeza absoluta de que era um meteorito quando vi, mesmo a dez metros de distância", diz Buchner.
A pista, segundo ele, eram pequenas marcas semelhantes a impressões digitais causadas pelo derretimento da superfície.
"É rico em níquel e em cobalto. Menos de 0,1% de todos os meteoritos e menos de 1% dos meteoritos de ferro são ataxites, então é o tipo mais raro de meteorito que você pode achar."
Meteoritos são um sinal de atividade divina em muitas culturas desde o início dos tempos. Facas e joias eram feitas de meteoritos de ferro pelo povo inuíte antigo. Mas detectar suas origens exatas é, muitas vezes, extremamente difícil.
Os cientistas alemães e austríacos que trabalharam no Homem de Ferro com Buchner se surpreenderam por poder situar a estátua em um evento específico na história dos meteoritos.

Valor inestimável

Os pesquisadores acreditam que a estátua foi esculpida de um pedaço de meteorito Chinga que caiu na fronteira da região da Sibéria oriental e da Mongólia há cerca de 15 mil anos.
Os escombros da queda só foram descobertos em 1913 por caçadores de ouro, mas o fragmento individual de que a estátua foi feita foi coletado muitos séculos antes.
"Ficamos surpresos com o resultado", disse Buchner.
"Ok, é um meteorito, mas o que me surpreendeu foi que pudemos também constatar que era de Chinga, descobrir a procedência".
Acredita-se que a estátua retrata o deus Vaisravana. Os pesquisadores acreditam que pertença à cultura pré-budista Bon, que existiu na Ásia há cerca de mil anos.
"Se estivermos certo e a estátua tiver sido feita pela cultura Bon no século XI, ela tem um valor absolutamente inestimável e é absolutamente única no mundo", observa Buchner.
Nem a pessoa que esculpiu a peça nem os nazistas tinham qualquer ideia de que o material era uma substância rara, disse ele.
Para manter o elemento hollywoodiano da história, Buchner disse que a estátua tem uma certa aura.
"É extremamente impressionante. Antes estava quase toda dourada, e isso representa um grande mistério."

Fonte: BBC Brasil

Bactéria pode produzir ouro em instantes

De acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade McMaster de Hamilton, no Canadá, a bactéria Delftia acidovorans é capaz de solidificar íons de ouro e criar estruturas sólidas semelhantes à pepitas, com o objetivo de se protegerem do próprio ouro, metal que é letal para sua sobrevivência. O ouro produzido pelas bactérias acaba ganhando uma forma não-tóxica para elas.

Uma bactéria chamada Cupriavidus metallidurans também vive nas mesmas pepitas de ouro, e o metaboliza no interior de suas células, o que também acaba as protegendo contra o metal.

Diferentemente dessas bactérias, a D. acidovorans ejeta uma molécula que precipita os íons de ouro em suspensão na água, criando estruturas sólidas, similares à pepitas. Esse processo leva somente alguns segundos para ser concluído, e ocorre somente quando a bactéria está em temperatura ambiente e em condições de acidez neutra.

Segundo os cientistas, isso é uma prova de que microrganismos têm uma importante função no acúmulo e depósito de ouro na origem de pepitas.

Fonte:  [HuffingtonPost)