domingo, 20 de Julho de 2014

Chuva de meteoritos incentivou evolução da vida na Terra

Enormes fragmentos de asteroides, que caíram na Terra num passado longínquo, não só destruíram os seres vivos no nosso planeta, mas ajudaram também a fazer aparecer novos. E, talvez, precisamente graças a tal “bombardeios”, apareceram os antepassados da maioria das espécies atuais.

Confirmou-se uma das hipóteses que explica o aumento brusco da variedade na Terra de plantas e animais num período de tempo comparativamente curto de 470 milhões de anos atrás. Os paleontólogos chamam “Ordovician radiation” a esse pequeno período em que nasceram as atuais classes de seres vivos. Agora, foi descoberto o elo que faltava na explicação das causas desses acontecimentos distantes, e ele foi apontado pelo meteorito.
O viajante celestial com um diâmetro de vários centímetros foi encontrado numa pedreira perto de Estocolmo, onde extraem mármore cor de rosa. Em 20 anos, aí foram descobertos mais de cem meteoritos de um mesmo tipo. A idade das camadas coincide com o “Ordovician radiation”. Mas esta descoberta celestial obrigou a pensar, porque pertencia a outro tipo completamente desconhecido da ciência.
Segundo a hipótese, inspirada, a propósito pelas descobertas na pedreira, há 470 milhões de anos atrás caiu na Terra uma verdadeira chuva de bolas de fogo que durou dez milhões de anos. Supõe-se que a medida das rochas podiam chegar até um quilômetro. Isso é tanto que ode provocar consequências globais para a flora e a fauna, do que são capazes, por exemplo, choques de visitantes espaciais de dez quilômetros. Ao mesmo tempo, o “bombardeio” permanente alterou a superfície da Terra e criou numerosos novos nichos ecológicos. Estes abrira caminho para a pluralidade de espécies: na nova situação, os organismos vivos foram obrigados a adaptar-se às condições em mutação. Os que não conseguiam, morriam.
É lógico pressupor que a chuva de bolas de fogo foi uma consequência do embate, a grande velocidade, de dois grandes corpos espaciais, comparáveis, pela sua massa total, à Lua. O mais provável é que isso ocoreu entre as órbitas de Marte e Júpiter, onde se movimenta uma massa de grandes objetos. Em teoria, se um corpo do par que choca é maior, eles desfazem-se quase todos em pedaços. Devido à energia do choque, o corpo mais pequeno evapora-se, deixando apenas alguns pedaços. Durante milhões de anos, o pó, as pedras e fragmentos maiores chegaram à órbita da Terra e começaram a cair no nosso planeta.
A ciência sabe que, na natureza, não se encontra asteroides com uma constituição completamente igual. A semelhança dos meteoritos antes encontrados na pedreira apontou para que esses fragmentos pertenciam a um corpo celeste. Mas como provar que o cataclismo interplanetário aconteceu (nele baseia-se a hipótese da explosão evolucionista), se não há fragmentos do segundo corpo do par?
Parece que a atual descoberta é, por enquanto, o seu único fragmento que se encontra nas mãos dos cientistas. Coincidiu a ideia e o tempo da queda livre no Espaço, mas a constituição química é outra. Por isso, houve choque.
Significa que é alta a probabilidade de a explosão de espécies ter sido provocada por asteroides? Alexandre Markov, professor de biologia, duvida:
"Claro que não se pode excluir isso, mas são necessários argumentos de peso. Parece-me que os argumentos existentes são insuficientes para afirmar que a queda dos asteroides foi a principal causa da “Ordovician radiation”. Talvez tivessem influído outras causas internas, biológicas”.
O problema é que, afirma Alexander Markov, há outras explicações para a explosão evolutiva. Elas estão ligadas à atividade vulcânica, à alteração da concentração de dióxido de carbono na atmosfera e a outros fatores.
Saltos evolucionistas tão sérios foram sempre provocados por todo um conjunto de causas, contnua o cientista:
“Não se pode reduzir acontecimentos evolucionistas a apenas quaisquer ações externas. Porque é que apareceu o homem? Porque começou o período glaciar. Porque é que morreram os dinossauros? Porque caiu um asteroide. Porque é que ocorreu a explosão de uma variedade de espécies? Porque durante dez milhões de anos caíram asteroides... Isso é uma abordagem simplista”.
O enviado pré-histórico já provocou discussões no mundo científico. Os cientistas querem verificar nos rastros de meteoritos camadas dessa época de outras regiões do planeta. Semelhantes tipos há na China, Rússia, Escócia e América do Sul. O estudo deve esclarecer não só a catástrofe planetária, talvez a maior não só no último bilião de anos, mas também em toda a história do Sistema Solar.



quinta-feira, 17 de Julho de 2014

Mais de 600 mil livros por apenas 12 euros

Sempre sonhou poder ler a quantidade de livros que quisesse sem ter de comprar uma segunda casa para armazená-los? Agora já vai ser possível.
A Amazon está testar um serviço de subscrição de e-books e audiolivros, de nome ‘Kindle Unlimited’, que dá acesso ilimitado a mais de 600 mil livros e milhares de audiolivros por apenas 9,99 libras (12,60 euros) por mês.
Este serviço deverá estar disponível por todos os aparelhos, incluindo iPhone eiPad, através da aplicação Kindle da Amazon, apesar desta informação ainda não ter sido confirmada.
Os ‘livrólicos’ terão de aguardar uma vez que ainda não há data prevista para o lançamento desta ‘overdose’ de leitura.





Fonte: sol.pt

Comer chocolate todos os dias protege a pele do sol

Cientistas norte-americanos concluíram que o consumo diário de cerca de 20 gramas de chocolate pode tornar as pessoas mais resistentes aos efeitos das radiações ultravioletas.

"A nossa investigação demonstrou que o regular consumo de chocolate rico em flavonóides confere uma fotoproteção significativa e que pode ser efetiva na proteção da pele humana contra os efeitos ultravioletas", refere a investigação National Institutes of Health.

O chocolate negro é o que concentra o maior nível de flavonóides, de acordo com a Associação dos Industriais de Chocolates e Confeitaria.

Os cientistas chamam, no entanto, à atenção para o facto de os grãos de cacau perderem, durante o processo produtivo, uma parte significativa da capacidade antioxidante garantida pelos flavonóides. "O chocolate convencional não tem esse efeito", assegura o NIH.

No estudo, foram constituídos dois grupos, de 15 pessoas cada um. Um dos grupos consumiu chocolate rico em flavonóides durante 12 semanas, enquanto o outro ingeriu chocolate com baixo nível de flavonóides.

O grupo que ingeriu uma alta dose de flavonóides duplicou a proteção face aos raios ultravioletas, enquanto o outro grupo manteve os níveis que tinha no início do estudo.



Fonte: JN