terça-feira, 9 de Setembro de 2014

Descoberto diamante excecional de 232 quilates

Um diamante de 232,08 quilates "de um tamanho e clareza excecionais" foi descoberto numa mina sul-africana próxima de Pretória, particularmente rica em diamantes fora do usual, anunciou, esta terça-feira, a EMPRESA proprietária da mina.

A sociedade londrina Petra Diamonds Cullinan, proprietária da mina desde 2008, não comunicou o valor exato da pedra, da categoria "D de tipo II", ou seja, transparente ou incolor e sem impurezas mensuráveis.

O último diamante branco vendido pela sociedade, com um peso de 507,3 quilates, atingiu o preço recorde de 35,3 milhões de dólares em 2010, disse à agência France Presse uma porta-voz da Petra Diamonds, Cathy Malins.

Segundo Cathy Malins, os especialistas avaliam o novo diamante excecional entre 10 e 20 milhões de dólares, tendo em conta os preços registados nos últimos anos. A venda realiza-se até ao final do ano.

Em junho, a EMPRESA anunciou outra descoberta rara, um diamante azul de 122,52 quilates, na mesma mina, situada a cerca de 40 quilómetros da capital sul-africana.

Em 1905, o maior diamante do mundo - o "Cullinan" de 3.106 quilates - foi igualmente descoberto naquela mina e, mais tarde, foi talhado em dois para integrar as joias da Coroa Britânica.


Fonte: JN

Segundo Hawking, a "Partícula de Deus" pode destruir o Universo

Stephen Hawking falou e deixou um aviso. Importante. Disse que o bosão de Higgs – a chamada Partícula de Deus – tem o potencial de destruir o Universo, segundo contou o físico ao Sunday Times.
O bosão de Higgs pode tornar-se instável e levar ao colapso do espaço e do tempo
No prefácio do livro "Starmus, 50 Years of Man in Space" o teórico inglês escreveu que em níveis de energia muito altos, e se estes forem acelerados, o bosão de Higgs pode tornar-se instável e causar uma “decadência catastrófica do vácuo” e levar ao colapso do espaço e do tempo — e seríamos todos apanhados desprevenidos.
“O potencial de Higgs tem a característica preocupante de poder tornar-se instável em energias acima 100bn giga-elétron-volts (GeV). Isto pode significar que o Universo poderia sofrer uma decadência catastrófica do vácuo, com uma bolha do verdadeiro vácuo expandindo-se à velocidade da luz. Isso pode acontecer a qualquer momento e não vamos estar preparados”.
A boa notícia é que Hawking diz que isto não se irá passar num futuro próximo já que a possibilidade da partícula se comportar daquela maneira é altamente improvável, e que a criação das condições para que isso ocorra é impossível, dado o estado actual do desenvolvimento tecnológico.

“Um acelerador de partículas que atinge 100bn GeV seria maior que a Terra, e é improvável que seja financiado no actual clima económico”, brincou o físico.
O bosão de Higgs foi teorizado por Peter Higgs em 1964. Em 2012, a existência do bosão foi provada pelo CERN, Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear. 
Eis Peter Higgs a explicar a “Partícula de Deus”:





Fonte: sol.pt

quinta-feira, 4 de Setembro de 2014

Cientistas fazem experiência telepática bem sucedida

Pela primeira vez, cientistas conseguiram transmitir uma mensagem totalmente de uma pessoa para outra, sem qualquer contacto, que estavam separadas por milhares de quilómetros, na Índia e França.

"É uma espécie de realização tecnológica do sonho da telepatia, mas definitivamente não tem nada de mágico", disse o físico teórico e coautor da investigação, Giulio Ruffini, em declarações telefónicas à AFP a partir de Barcelona.

"Estamos a usar tecnologia para interagir electromagneticamente com o cérebro", especificou.
Para a experiência, uma pessoa com um eletroencefalograma (EEG) ligado à internet, sem fios, pensou numa simples saudação, como "olá" ou "adeus".

Um computador traduziu as palavras num código binário digital, apresentado por séries de uns e zeros.
Depois, a mensagem foi enviada por correio eletrónico da Índia para França e entregue via robot ao destinatário, que pode ver "flashes" de luz na sua visão periférica através de uma estimulação cerebral não-invasiva.

O sujeito recetor da mensagem não viu nem ouviu as palavras em causa, mas foi capaz de descrever os "flashes" de luz que correspondiam à mensagem.

"Quisemos descobrir se se consegue comunicar diretamente entre duas pessoas, lendo a atividade cerebral de uma pessoa e injetando atividade cerebral numa segunda pessoa, e isto através de grandes distâncias físicas, utilizando vias de comunicação existentes", disse o coautor Álvaro Pascual-Leone, professor de Neurologia na Escola de Medicina de Harvard.

"Uma destas vias é, claro, a internet, pelo que a nossa questão passou a ser 'Será que conseguiremos realizar uma experiência que dispense a parte da conversação ou a digitação da internet e estabeleça uma comunicação direta, cérebro a cérebro, entre sujeitos localizados [em países] tão distantes um do outro, como a Índia e a França?'"
Ruffini acrescentou que foram tomados cuidados extraordinários para garantir que nenhuma informação sensorial influenciasse a interpretação da mensagem.

Os investigadores têm tentado enviar uma mensagem de uma pessoa para outra desta forma há cerca de uma década, e a prova do princípio que está descrita na revista PLOS ONE ainda é rudimentar, disse à AFP.

"Esperamos que a longo prazo isto possa transformar radicalmente a forma como comunicamos uns com os outros", concluiu Ruffini.


Fonte: JN