terça-feira, 21 de julho de 2015

Todo o ouro já extraído caberia em apenas quatro piscinas olímpicas

Se fosse um pirata e tivesse roubado todo o ouro do mundo, seria necessário apenas um baú do tamanho de quatro piscinas olímpicas para guardá-lo. Para armazenar a produção de um ano bastaria encontrar um apartamento de tamanho médio.

São extraídos actualmente cerca de 3.000 toneladas do minério por ano e a produtividade tem estado a aumentar. O total acumulado desde a antiguidade é estimado entre 160 mil e 180 mil toneladas, mas há alguma desconfiança nesse número pela dificuldade em estimar a quantidade extraída de ouro no passado mais remoto. Com esse ouro já extraído seria possível fazer cinco anéis de ouro por cada ser humano vivo do planeta.
O ouro é um metal bastante denso. Enquanto um litro de água pesa um quilo (densidade de 1 g/ml), um litro de ouro (no estado sólido) pesa 19,3 kg (densidade de 19,4 g/ml). Mesmo comparado com outros metais, como o ferro (7,87 g/ml), o ouro ainda é bem pesado. Para ter uma ideia, o cubo de ouro de 5,4 m de aresta pesaria o equivalente a 43 mil pessoas (o mesmo volume de água pesaria o mesmo que 2.249 pessoas).
O maior produtor de ouro de 2014 foi a China, com 462 toneladas anuais. De seguida vêm a Austrália, Rússia, EUA e Peru, por esta ordem. Os dados são da publicação GFMS Gold Survey 2015, da editora Thomson Reuters.
Mas não é só da extracção em minas que vem o ouro. Pode ser reaproveitado de electrónicos, de joias antigas ou mesmo de obturações dentárias.
Mais da metade do ouro extraído é usado por ourives na confecção de joias, o restante é usado como lastro em bancos oficiais, produção de moedas, como investimento pessoal ou mesmo como matéria-prima para a indústria.
Os maiores países consumidores do mundo ouro são a China e a Índia (com 24,2% e 23,1% do total, respectivamente). Em seguida vêm os EUA, Alemanha e Japão (6,5%, 3,5 e 3,2%).
Em consumo per capita, o ranking é dominado por países árabes e asiáticos, e é liderado pelos Emirados Árabes Unidos com um consumo anual de 8,5 gramas por habitante.

Fonte: SAPO

segunda-feira, 22 de junho de 2015

A GLÂNDULA PINEAL

A glândula pineal está situada na parte posterior do cérebro. Ela tem cinco milímetros de diâmetro. Está rodeada de uma fina areia muito importante. A glândula pineal é um pequeno tecido vermelho−acinzentado e está intimamente relacionada com os órgãos sexuais. Segrega certos hormônios que regulam todo o progresso, evolução e desenvolvimento dos órgãos sexuais. A ciência oficial assegura que depois que esses hormônios alcançam seu objetivo, o total desenvolvimento dos órgãos sexuais, então degenera em um tecido fibroso que já não é capaz de segregar hormônios. Descartes assegurava que essa glândula é o assento da alma. Os orientais afirmam que esta glândula é um terceiro olho atrofiado. Quando a ciência médica do mundo ocidental descobriu que esta glândula é tão−somente um pequeno tecido vermelho−acinzentado situado na parte posterior do cérebro, rechaçou a afirmação de Descartes e dos orientais. Melhor teria sido não se fixar em dogmas científicos e estudar todos os conceitos em forma eclética e didática. Os yogues da Índia asseguram que a glândula pineal é a janela de Brahma, o Olho de Diamante, o olho da polivalência que mediante um treinamento especial nos dá a percepção do ultra. A ciência ocidental não é completa se não estudar também a ciência oriental. Necessitamos de uma cultura integral, total. O microscópio nos permitiu perceber objetivamente o infinitamente pequeno. O telescópio nos permitiu ver o infinitamente grande. Se a glândula pineal nos permite ver o ultra de todas as coisas deveríamos estudar a yoga oriental e desenvolver essa maravilhosa glândula. Os yogues da Índia têm práticas com as quais se pode obter um superfuncionamento especial da glândula pineal. Então percebemos o ultra. Negar essas afirmações da yoga oriental não é científico. É necessário estudá−la e analisá−la. Os sábios orientais dizem que da potência sexual depende a potência da glândula pineal. Agora poderemos explicar as bases científicas da castidade. Não há dúvida que todos os grandes videntes bíblicos foram grandes pinealistas. A castidade científica, combinada com certas práticas, os permitiu ver o ultra da natureza. Os gnósticos dizemos que na glândula pineal está o átomo do Espírito Santo. Os orientais afirmam que na glândula pineal se acha o lótus de mil pétalas. Não há dúvida que essa é a Coroa dos Santos. Os homens de gênio têm a glândula pineal muito desenvolvida. Nos cretinos descobriu−se que ela se encontra atrofiada. Os grandes fenômenos de fascinação de massas, tão comuns na Índia, só são possíveis quando o Faquir autêntico tem a glândula pineal cheia de grande vigor. As secreções das glândulas endócrinas são absorvidas direta-mente pelo sangue, o qual leva todas essas secreções a outros órgãos ou glândulas, que, então, se vêem impulsionadas a um maior esforço, a um trabalho mais intenso. A palavra Hormônio vem de uma palavra grega que significa “Excitar”. Realmente, os hormônios têm o poder de excitar todo o organismo e obriga−lo a trabalhar. As secreções das glândulas endócrinas influem também sobre a mente. Agora explicamos porque os hindustânicos se dedicam a controlar a mente. Por meio dela podemos regular nossas funções hormonais. Alguns sábios hindustânicos têm permanecido enterrados durante muitos meses sem morrer. A biologia não pode permanecer indiferente a esses fatos. Os biólogos necessitam investigar todas as maravilhas e feitos desses sábios. O senhor Immanuel Kant admite um “nisus formativus” para o nosso corpo físico. Os sábios orientais crêem que esse “nisus formativus” é um corpo fluídico que está em contato com o sistema nervoso grande simpático e com o sistema nervoso líquido. Não há dúvida de que o corpo fluídico é o resultado do corpo astral dos médicos medievais. Dentro do corpo astral está a mente humana e todos aqueles princípios puramente anímicos. Os sentidos desse corpo astral parecem dimanar como flores de lótus originário do âmago das glândulas endócrinas. Aquele lótus de mil pétalas, mencionado pelos yogues da Índia, é um sentido anímico do corpo astral. O desenvolvimento especial da glândula pineal nos permite perceber o corpo astral e seus sentidos anímicos. A ciência médica joga com a mecânica dos fenômenos, mas não conhece o fundo vital. Com o desenvolvimento especial da glândula pineal nos será permitido ver o fundo vital.

Fonte : Endocrinologia e Criminologia – Samael Aun Weor

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Chinês desafiou a morte e viveu 256 anos!

 Pode parecer mentira ou até mesmo contagem errada de idade, mas fato é que o mestre taoísta chinês, Li Ching Yuen chegou aos 256 anos de idade e muito bem vividos.
Conheça um pouco mais da história desse metre e como ele conseguiu a proeza de se manter lúcido e vivo por tanto tempo.

Li Ching Yuen

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Outro mestre que também viveu muito e se tornou referencia nas práticas espirituais
O chinês bicentenário era um herbalista e praticante de Chi Kung. Ele nasceu em 1677 e só morreu em 1933 de causas naturais. Apesar de parecer impossível de acreditar que um ser humano pode viver por tanto tempo, há alguns documentos que provam o fato.
Além disso, algumas técnicas espirituais praticadas por Li Ching Yuen são conhecidas por poderem prolongar e melhorar a qualidade de vida. Aliás, ele é o único homem, do qual é provado através de documentos, que viveu tanto.
Não se tem registro de outra pessoa que tenha chegando à mesma idade ou ultrapassado em vida Li Ching Yuen em toda a história da humanidade.


Práticas espirituais

O taoísmo, por exemplo, é uma tradição chinesa com ênfase na vida em harmonia com o Tao, ou seja, harmonia com o caminho, ou vida. Já o Chi Kung é um exercício de cultivo de energia. Essas práticas estimulam a circulação da energia Chi, ou energia vital do corpo.
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A longevidade do mestre Li Ching Yuen é atribuída, além de outras coisas, justamente a essas práticas espirituais. Foi a partir desses exercícios e de estudos sobre alquimia e Medicina Tradicional Chinesa, que Li ching Yuen começou a doutrinar a mente e o corpo. Ele também passou a fazer exercícios, praticar meditação, aprender e aplicar a filosofia e a medicina na vida cotidiana.
O mestre chinês também mudou os hábitos alimentares e vitais. Ele passou a usar plantas medicinais com mais frequência, dormia e acordava cedo e não utilizada drogas, nem bebia, ou fumava. Com uma mudança desse tipo, tanto o corpo físico como o mental faz com que uma pessoa ganhe mais força e forma para viver.

O segredo da longevidade

No ano de sua morte, em 1933, a revista Time publicou um artigo intitulado “Tartaruga – Pombo – Cão” sobre o mestre. Nele, Li Ching Yun foi questionado sobre qual seria o seu segredo da longevidade. Sem pensar na hipótese de negar o pedido, o mestre responde com veemência.
“Manter o coração calmo; Sentar como uma tartaruga; Andar vigorosamente como um pombo; E dormir como um cão”.
Ainda de acordo com este artigo, o professor chinês Wu Chung Chieh, que era diretor do Departamento de Educação da Universidade de Chengtu e o autor de texto, encontrou alguns registros sobre o chinês bicentenário relatando sua vida e o feito de viver por mais anos do que o comum.
Wu Chung Chieh conta que encontrou uma nota do Governo Imperial da China de 1827, que parabenizava Li ching Yuen pelo aniversário de 150 anos. Segundo o artigo, Li Ching Yuen teria se casado 23 vezes e tido mais de 180 filhos.
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Outra referência sobre o mestre Li Ching Yuen é feita no livro Ancient Secrets of Youth, de Peter Kelder. No livro, um dos discípulos do mestre, chamado Da Liu, conta que quando Li Ching Yuen completou 130 anos, ele encontrou um eremita ainda mais velho que ensinou práticas de Chi Kung.
Essas práticas incluíam exercícios de respiração, movimentos com sons e recomendações de comidas e ervas medicinais. Tudo isso seria para aumentar, ainda mais, sua longevidade. Segundo o discípulo, o mestre atribuía a sua longa vida a todos esses exercícios.
Ele dizia que a longevidade “é devido ao fato de que realizei esses exercícios a cada dia, regularmente, corretamente, e com sinceridade, por 120 anos!”

A alimentação foi o maior responsável pela longa vida do mestre chinês

Quanto à alimentação, os pesquisadores de humanos centenários – e nesse caso bicentenário – não chegaram a conclusão de Li Ching Yuen era totalmente vegetariano, mas se sabe que a carne vermelha foi abolida de sua dieta.
Pelos relatos, no entanto, percebe-se que um papel muito importante na nutrição do mestre era das plantas e raízes – in natura, ou chá. Os pesquisadores afirmam também que ele provavelmente consumia muito leite e derivados, para manter o cálcio nos ossos.
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Essa fotografia foi feita por um membro do Exército Nacional Revolucionário Chinês em 1927, na cidade de Wann Hsien, província de Sczechuan. O mestre foi retratado por esse membro do exército como “sua visão era perfeita e sua pele firme; Li tinha sete pés de altura, unhas muito longas e compleição forte.”.

Fonte: puromisterio.com